quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Para o bem estar físico e mental

Ginática: Pelo menos duas vezes por semana. Mesmo que você não goste de nenhum tipo de ginástcia ou esporte, NÃO DESISTA ! Esta provado que a pratica de exercícios físicos faz bem à saúde e à mente. Com o tempo, você acaba se acostumando e seu corpo irá agradecer com vitalidade, boa disposição e beleza.


Massagem corporal: Pelo menos uma vez por semana, como ja sabemos a massagem traz diversos benefícios ao nosso organismo; ajuda a diminuir ou controlar o estresse; alivia tensões musculares; melhora a circulação sanguínea; reduz a pressão arterial; alivia dores decabeça, melhora a nutrição da pele; corrige a postura, fortalece o sistema imunológico e ETC......


Alimentação equilibrada: Evite excessos e prefira legumes, verduras e frutas. Qaunto mais coloridos o seu prato, melhor. Na hora das refeições, procure comer pausadamente, mastigando bem os alimentos. Em vez de refrigerantes, prefira sucos naturais, de preferência com adoçantes a base de sucralose ou sem adição de açucares e adoçantes...vale a pena tentar.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Excesso de sódio faz mal, mas falta do mineral também traz prejuízos

Apesar de muito se falar nos malefícios que o consumo excessivo de sódio pode causar para o organismo, a verdade é que ele tem um papel importante em diversas funções do organismo e é essencial para uma boa saúde.

É ele que mantém o volume de líquidos no corpo, evitando a desidratação, por exemplo. O mineral também participa de funções básicas no corpo, como contração muscular, impulsos nervosos e ritmo cardíaco, permitindo assim o bom funcionamento do cérebro e o controle das funções vitais do organismo.


O sal de cozinha é o grande vilão no consumo excessivo de sódio, mas não é o único. Produtos industriados colaboram também para os altos índices do elemento
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O segredo é não exagerar na dose. Se em excesso ela causa os problemas já apontados, abaixo dos níveis necessários pode causar até anorexia e convulsões. "A falta de sódio em nosso corpo causa efeitos indesejáveis, como anorexia, tonturas, dores de cabeça, dificuldade de memorização e fraqueza", ressalta o engenheiro de alimentos e professor associado do Departamento de Alimentos e Nutrição da Unicamp, Mário Maróstica.

"O consumo moderado de sódio pode reduzir a incidência e prevalência da hipertensão arterial e, em consequência, a morbidade e mortalidade associadas às doenças cardiovasculares", destaca o médico Flávio Sarno, da Faculdade de Saúde Pública da USP.

Até o sal de cozinha, visto como o maior vilão, também tem seu lado bom. O cloro, outro mineral que compõe o produto, é importante para o processo digestivo e ajuda a aumentar a capacidade do sangue transportar gás carbônico das células para o pulmão.

O sal ainda é a principal fonte de iodo, cuja deficiência é causa de deficiência mental, abortos espontâneos, natimortos e baixo peso ao nascer. "Certamente, o consumo adequado de sal é fundamental na dieta, pois o sódio, o cloro e o iodo são fundamentais para o funcionamento correto de nosso corpo, implicando em boa saúde".

Fonte: Especial para o UOL Ciência e Saúde

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Os males do açucar

1 Por que o açúcar é um vilão?

O problema do açúcar, em especial o refinado, é que ele é 100% caloria, sem valor nutricional. Quando consumido regularmente em grande quantidade ou puro, ele deflagra uma série de reações bioquímicas que podem levar à obesidade, e esta, à hipertensão, ao diabetes e até a alguns tipos de câncer. Isso é sabido pela medicina há muitas décadas. O que existe de novo no estudo do metabolismo do açúcar no corpo vem da medição exata de como outros alimentos podem produzir os mesmos efeitos adversos do doce pó branco.



2 O consumo de açúcar causa automaticamente aumento de glicose no sangue?

Alimentos com alto teor de açúcar, além de ser calóricos, promovem, sim, um aumento rápido dos níveis de glicose no sangue. A glicose é a principal fonte de energia para o corpo humano. Ela é obtida a partir principalmente dos carboidratos – grupo do qual o açúcar faz parte. A glicose só pode ser utilizada pelas células, onde se transforma em energia, na presença do hormônio insulina. Pessoas com sobrepeso, obesidade ou predisposição genética estão mais propensas a desenvolver resistência à insulina. Uma descoberta recente explica as razões: a gordura em excesso funciona como uma glândula produtora de hormônios que desregulam o apetite, como a leptina, a resistina e a adiponectina. A resistência à insulina caracteriza-se pela dificuldade das células do organismo em reconhecer o hormônio, o que pode levar ao acúmulo de glicose no sangue e, conseqüentemente, a uma produção exagerada de insulina. O açúcar de açucareiro não é o único alimento responsável por elevar as taxas de glicose no sangue. Na década de 80, a ciência da nutrição desenvolveu um instrumento, batizado de índice glicêmico, ou IG, capaz de medir a velocidade com que cada alimento aumenta os níveis da glicemia. Depois surgiu outra ferramenta ainda mais prática, a carga glicêmica, ou CG, que avalia as alterações na glicemia causadas por uma determinada porção do alimento.



3 Todos os alimentos que contêm açúcar elevam os níveis de glicose na mesma proporção?

Os alimentos que contêm carboidratos aumentam a glicemia, sem exceção. Entre eles, estão até mesmo os insuspeitos hortaliças e grãos. O impacto dos diversos alimentos sobre as taxas de glicose sanguínea, no entanto, é variável. Depende da velocidade com que essas comidas são digeridas. Quanto mais rápido, maior é o pico glicêmico. Dentre os fatores que alteram esse índice estão a presença ou não de gordura, fibras insolúveis e proteínas, a forma de preparo e a combinação desses itens com outros à mesa. Por exemplo: a batata cozida apresenta carga glicêmica maior que a da batata frita, porque é isenta de gordura. A mesma batata cozida terá teor glicêmico menor se consumida com casca ou acompanhada de uma fonte de proteína, como um bife. O macarrão feito à base de trigo refinado tem carga glicêmica maior que a versão integral da massa bem cozida. Esta, por sua vez, terá carga glicêmica maior, se comparada com o macarrão integral servido al dente (pouco cozido).



4 O açúcar causa diabetes?

O consumo exagerado de açúcar é parte de uma série de fatores que provocam a doença. Ele é talvez um atalho, o caminho mais rápido para a obesidade, que abre a porta para a resistência insulínica e para o diabetes. Sem que possa ser usada adequadamente pelas células para produzir energia, a glicose mantém-se na corrente sanguínea, obrigando o pâncreas, órgão no qual se localizam as células responsáveis pela produção de insulina, a secretar quantidades cada vez maiores da substância. Caso esse processo seja experimentado pelo organismo por muitos anos, a instalação do diabetes é quase inevitável. Ainda assim, as pessoas com blindagem genética à doença podem viver muitos e muitos anos sem que seu organismo acuse o golpe do abuso de açúcar na dieta. Essa blindagem pode ser reproduzida, mesmo em pessoas com diabetes, com o auxílio de medicamentos. Assim, com a doença sob controle, alguns diabéticos podem ocasionalmente comer doces sem maiores danos ao organismo.



5 É indicado reduzir a ingestão de
alimentos ricos em carboidratos?

Os carboidratos são a principal fonte de energia do organismo. A pirâmide nutricional preconiza que cerca da metade das calorias diárias deve ser consumida sob a forma de carboidratos – preferencialmente os alimentos de baixa carga glicêmica, como os integrais ricos em fibras. Para uma alimentação saudável, no entanto, deve-se levar em conta também a quantidade de calorias e de gordura contida nos alimentos. Não adianta encher o prato com alimentos de baixo teor glicêmico, se esse prato estiver cheio de fatias suculentas de picanha ou de uma quantidade de calorias maior do que o recomendável. Um estudo da Universidade de Sydney, na Austrália, publicado recentemente na revista científica Archives of Internal Medicine, concluiu que dietas de emagrecimento à base de alimentos com carga glicêmica baixa são mais eficientes. A pesquisa acompanhou 129 pessoas com sobrepeso ou obesidade, com idade de 18 a 40 anos, divididas em quatro grupos, com cardápios diferentes cuja composição variava de acordo com a quantidade de proteínas e carboidratos de alto ou baixo teor glicêmico. A perda de peso promovida por todos os regimes foi semelhante. A diferença é que os cardápios de carga glicêmica mais baixa proporcionaram até o dobro da queima de gordura nos primeiros três meses. Ou seja, proporcionaram um emagrecimento mais rápido e mais saudável.



6 Quais são os melhores substitutos do açúcar refinado, fora os adoçantes?

A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a ingestão de açúcar refinado não ultrapasse 10% do consumo diário total de calorias. Isso equivale, numa dieta de 2.000 calorias diárias, a quatro colheres de sopa rasas, aproximadamente. Essa porção inclui tanto a colherinha que adoça o cafezinho de manhã quanto o açúcar usado na receita do bolo ou na do molho de tomate. Por isso, se o objetivo é reduzir calorias e obter um sabor mais próximo ao do açúcar, uma opção é o açúcar light, que mistura o alimento refinado e adoçante. O açúcar refinado também pode ser substituído pelo mascavo ou por mel. A vantagem é que, enquanto o açúcar refinado não contém vitaminas nem sais minerais, o mascavo e o mel possuem. A desvantagem é que, como eles apresentam um poder edulcorante menor, as pessoas são tentadas a usá-los em maior quantidade.



7 As bebidas alcoólicas também
elevam a glicose no sangue?

Boa parte das bebidas alcoólicas é composta de carboidratos provenientes do trigo ou da cevada, da uva ou do milho. É o caso, por exemplo, da cerveja, do vinho e do uísque, respectivamente. É por isso que o consumo de álcool pode alterar os níveis de glicose no sangue. Um copo de cerveja, por exemplo, eleva 50% mais os níveis de glicose no sangue do que uma colher de sopa de açúcar. Para metabolizar o álcool, o organismo consome muita energia. Para isso, tem de recorrer aos estoques de glicose armazenados no fígado e nos músculos. Quando isso ocorre, a pessoa pode ser acometida por tontura, mal-estar, fraqueza e dores no corpo – a ressaca, para ser mais direto.



8 O açúcar vicia?

Por causa do aumento nos níveis de dopamina e serotonina, substâncias produzidas no cérebro e que estão associadas ao prazer e ao bem-estar, o açúcar pode, de fato, viciar. Mas a dependência criada pela sensação de bem-estar e prazer decorrente do consumo de açúcar é mais de ordem psicológica do que química.



9 Por que gostamos tanto de doces?

O atual plantel de seres humanos é resultado de milhares de anos de evolução durante os quais, em diversas fases, comer alimentos adocicados foi vital para a sobrevivência. A humanidade, portanto, está programada para comer doces. A língua e o nariz são forrados de células que têm a função de detectar o sabor e o aroma dos doces. As razões para essa preferência ancestral são duas. Os doces são ricos em glicose, a principal fornecedora de energia para as células. Além disso, o sabor adocicado servia de indicador para que nossos ancestrais pudessem distinguir os alimentos saudáveis dos venenosos e estragados. A diferença básica entre a situação atual e a dos primórdios da evolução humana é a abundância. Os humanos primitivos comiam doces misturados às fibras dos frutos e sempre enfrentavam escassez calórica. Hoje, come-se açúcar não apenas em excesso, mas em concentrações com alto grau de pureza e sem a presença das fibras.



10 Uma interrupção no consumo
de açúcar pode levar à depressão?

Se a dieta exigir o corte radical dos carboidratos (e não apenas do açúcar), isso pode ocorrer. A explicação dos especialistas está na química cerebral. Os carboidratos funcionam como matéria-prima indispensável à síntese de serotonina, o neurotransmissor associado à sensação de bem-estar. Uma queda brusca na oferta desse nutriente pode levar a uma redução considerável nas taxas de serotonina e, com isso, suscitar sintomas de depressão. Além disso, o consumo de doces, especificamente, eleva as taxas de outro neurotransmissor: a dopamina, associada à sensação de prazer. Essa relação explica, por exemplo, por que pessoas com sintomas de depressão ou alterações de humor muitas vezes aumentam o consumo de doces.



11 Adoçante artificial causa câncer?

Ratos submetidos a doses elevadas do adoçante ciclamato apresentaram alta incidência de leucemia. Os especialistas, porém, dizem que, para produzir o mesmo efeito em seres humanos, o ciclamato teria de ser consumido em doses diárias descomunais por décadas a fio. Como toda substância química, os adoçantes devem ser ingeridos com cuidado. Alguns apresentam sódio em sua composição, o que pode aumentar a retenção de líquidos e os níveis da pressão arterial. Por isso, pacientes hipertensos devem preferir adoçantes sem a substância. Alguns adoçantes, como o aspartame e o sorbitol, não são totalmente isentos de calorias. A frutose e o sorbitol podem alterar a glicemia e, por isso, não são recomendáveis para os diabéticos. Como não há estudos que comprovem a segurança do uso de adoçantes e produtos dietéticos por mulheres grávidas, os especialistas recomendam que seu consumo seja moderado durante a gestação.



12 Quais as teses sobre o açúcar propostas no livro Sugar Blues que ainda permanecem atuais?

O tom usado pelo jornalista americano William Dufty (que morreu de câncer em 2002) é panfletário. Sugar Blues é um manifesto de ódio ao alimento. Só para se ter uma idéia da intensidade de suas críticas, Dufty comparava os produtores de açúcar aos traficantes de drogas. Além disso, culpava o alimento pelos mais diversos males – de dores de cabeça a doenças psiquiátricas graves, do diabetes a distúrbios cardiovasculares, passando pelas alergias, inflamações e fadiga. Em defesa de suas teses, ele recorreu a uma centena de estudos científicos. O problema é que, muitas vezes, ele fez uma análise deturpada desses trabalhos – como aquela em que Dufty sugeria que o açúcar pode levar à esquizofrenia. O mérito de Sugar Blues foi chamar a atenção do público para o assunto.

Fontes: Alfredo Halpern, endocrinologista; Ana Maria Lottenberg, nutricionista; Ana Paula Machado Lins, nutricionista; Ariane Severine, nutricionista; Carlos Alberto Werutsky, nutrólogo; Edson Credídio, nutrólogo; Freddy Eliaschewitz, endocrinologista; Geraldo Medeiros, endocrinologista; Henrique Suplicy, endocrinologista; Jorge Horii, engenheiro agrônomo; José Alves Lara Neto, nutrólogo; Mariana del Bosco, nutricionista; Patrícia Bertolucci, nutricionista; Renato Sabbatini, neurocientista; Walmir Coutinho, endocrinologista; Yotaka Fukuda, otorrinolaringologista

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Mitos e verdades sobre a Drenagem Linfática

A drenagem linfática pode ser uma grande aliada para as mulheres. A massagem terapêutica atua na prevenção de celulite e ajuda a limpar toxinas que formam os nódulos de gordura. Isso elimina o inchaço do corpo e aumenta a oxigenação da pele em curto prazo. O método ainda deixa a pele com uma aparência mais saudável, além de proporcionar uma melhor circulação sanguínea.

As mulheres costumam passar por quedas das taxas hormonais em vários momentos da vida, como menstruação, TPM, gestação e menopausa. Trabalhando a circulação sanguínea por meio da drenagem linfática, é possível normalizar um pouco melhor essas taxas hormonais, melhorando o bem-estar e ganhando mais saúde.

Como funciona a massagem

O sistema linfático funciona paralelamente ao circulatório. É formado por uma grande rede de vasos, distribuídos por todo o corpo, coletando os líquidos dispersos, filtrando e direcionando-os para circulação sanguínea. Desta maneira, a drenagem atua com manobras que levam estes líquidos para as estruturas responsáveis em coletá-los.

A massagem é realizada através de pressões leves. É importante frisar que o método não é doloroso, tampouco deixa hematomas (roxos na pele). As pressões feitas na pele direcionam os líquidos do corpo para as estruturas do sistema linfático, onde será eliminado através da urina.

Drenagem linfática na gestação

A drenagem linfática costuma ser muito indicada durante a gravidez, já que a retenção de líquidos é uma das características mais marcantes nesta fase da vida da mulher. Isso acontece por que para dar conta do novo ser que está sendo gerado, o corpo da mamãe aumenta o volume sanguíneo em quase 50%, fazendo com que os líquidos dos capilares transbordem, causando o inchaço. Quando este líquido extravasa para o corpo em grande quantidade, o organismo sozinho não dá conta de coletar e eliminar pela urina. Isso leva a um acúmulo de componentes sujos perdidos no corpo, o que causa intoxicação. Esta intoxicação é percebida pelo nosso organismo, e gera excessos de respostas nervosas, deixando-nos em estado de irritação, nervosos.

Na gravidez, a drenagem somente pode ser realizada por um profissional especializado em gestantes, pois a massagem requer alguns cuidados fundamentais e algumas adaptações para o beneficio da mãe. A grávida precisa, inclusive, de uma prescrição médica para o início do tratamento.

Diminuição dos sintomas na TPM

A tensão pré-menstrual é um conjunto de sintomas que se inicia até quinze dias antes da menstruação, e cessa no início do fluxo menstrual. Atualmente, muitos estudos estão comprovando a existência dos sintomas desta síndrome durante toda a menstruação e um pouco após o término também. Isso se dá entre outros motivos pela mudança de hábitos sociais, estresse e má alimentação, reduzindo a resposta nervosa para inibir a produção dos hormônios no momento certo.

Os sintomas da TPM são: irritabilidade, alterações de humor, insônia, vontade excessiva de comer doce, ansiedade, comportamento depressivo, impulsividade, confusão mental, fadiga, inchaços pelo corpo, dor lombar, aumento de peso temporário e enxaqueca. Tudo isso acontece pelo desequilíbrio entre estrógeno e progesterona, alterações na atividade de endorfina e serotonina (hormônios da felicidade e do prazer), mais o excesso de prolactina e deficiência das vitaminas B6 e vitamina E.

Todas estas intercorrências são tratadas através da drenagem linfática. O hormônio progesterona, presente em grande quantidade na TPM, causa flacidez na parede venosa, ou seja, os vasos ficam mais grossos e já não podem contrair como antes para levar o sangue para o resto do corpo. Consequentemente, causam prejuízo da circulação sanguínea. Isso dificulta a chegada de oxigênio por todo corpo, juntamente com os hormônios de inibição da TPM. Os sintomas então ficam mais intensos.

Sendo assim, a drenagem linfática atua numa melhor resposta do sistema circulatório, melhorando a atuação do organismo para inibição dos sintomas da TPM, além de eliminar as toxinas que causam irritação e melhorar a retenção hídrica que causa o inchaço.

Drenagem elimina celulite?

Sim, desde que o problema esteja no início. Mas com certeza a drenagem previne maiores formações. Qualquer que seja a causa da celulite - má alimentação, sedentarismo, cigarro ou alterações hormonais - o problema começa com um processo de retenção de líquido que levará á má oxigenação do tecido, endurecendo até formar nódulos. A drenagem eliminará o líquido excessivo e quebrará o ciclo vicioso da celulite.

Drenagem linfática e emagrecimento

A drenagem diminui a retenção de líquidos em áreas do corpo que estão propensas ao acúmulo de gordura, como abdome e coxas. Também acelera o metabolismo, favorecendo a queima dos estoques de gordura.

A massagem funciona sozinha?

Se o intuito da drenagem for terapêutico, ou seja, alguma doença, alteração do corpo ou cirurgia onde o médico tenha indicado drenagem, a resposta é sim, a drenagem age por si só. No entanto, se o intuito é modelar o corpo, é necessário ir além da drenagem e adotar uma mudança de hábitos alimentares. Algumas atividades físicas também podem ser associadas à massagem. Para saber o que é mais adequado para você, é preciso fazer uma avaliação com um profissional especializado em drenagem. Cabe ao especialista orientar qual alimentação ou atividades físicas são mais adequadas, assim como se existe alguma alteração no seu organismo que pode estar prejudicando a perda de peso. Junto com a drenagem linfática pode-se ainda associar o uso de aparelhos e cosméticos que auxiliam na redução de medidas.

Rumo ao corpo ideal

A ingestão de chá verde potencializa internamente o efeito da drenagem linfática. A bebida ativa o sistema imunológico, atuando na ativação do metabolismo e também na eliminação de toxinas e inchaço. Segundo estudos feitos por acadêmicos e universidades de todo o mundo, como a University of New Jersey, tomar chá verde diariamente ajuda a diminuir a incidência de alguns tipos de doenças oncológicas (como nos pulmões, mama, pâncreas ou cólon) ou a perder peso.

O chá verde age ao nível termogênico, isto é, aumenta o nível de trabalho do metabolismo. Em termos práticos, estimula a atividade metabólica ao incentivar o organismo a despender mais energia, e como não é um neurotransmissor ou supressor de apetite, não causa qualquer tipo de alteração. Apenas deve ser tomado com alguma atenção no caso das pessoas que sofrem de problemas de pressão arterial alta, uma vez que o chá verde para emagrecer pode aumentá-la ainda mais.

Vale lembrar que o chá verde é mais eficiente que o chá branco e o chá vermelho, diferente do que muitos dizem. O chá verde tem todas as propriedades dos outros dois, e sua diferenciação está no modo de preparo. Onde o chá verde assim como os outros são feitos a partir da planta Camellia sinensis, no entanto passam por uma infusão, onde as ervas sofrem pouca oxidação, o que não acontece com as folhas dos outros chás. Isso atribui ao chá verde excelentes benefícios que foram citados anteriormente.

Quanto maior a quantidade de água ingerida, mais veloz é a liberação das toxinas do corpo e a eliminação do inchaço. Por isso deve-se ingerir, no mínimo, cerca de 1,5 litros de água por dia.

Para obter bons resultados com a drenagem são necessárias no mínimo dez sessões, feitas de uma a três vezes por semana, sendo uma semana seguida da outra. É fundamental a realização de atividades físicas - de preferência aeróbicas - como caminhada, corrida, natação e bicicleta. Também devemos mudar os hábitos alimentares, comendo menos e mais vezes, para aumentar o metabolismo e queimar maior caloria.

Precauções

A drenagem linfática deverá ser realizada por um profissional qualificado, fisioterapeuta, esteticista ou ainda um terapeuta apto para a massagem. Segundo estudos científicos da Universidade de Fortaleza, a drenagem linfática manual é incomparavelmente mais eficiente que a drenagem feita por aparelhos mecânicos.

As manobras da drenagem devem ser realizadas em toques suaves para que seja possível alcançar os líquidos perdidos no corpo. Quando é feita muita pressão ocorre a obstrução dos vasos desses líquidos, e não se obtém resultado nenhum. Portanto, a dica é fugir das drenagens fortes e doloridas.

A massagem deve ser leve e relaxante, mas tem contraindicações, identificadas por meio de uma avaliação profissional. É o especialista que dirá se você pode ou não se submeter ao tratamento. Não é necessária prescrição médica, exceto nos casos de drenagem para grávidas, pós-cirúrgico ou mastectomia, que são casos específicos, indicados somente para fisioterapeutas aplicarem o método.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Benefícios da Vitamina E

A maioria dos benefícios da vitamina E é resultado de suas qualidades antioxidantes. Isso significa que ela se associa ao oxigênio e destrói os radicais livres. Ela impede que as gorduras poliinsaturadas e outros compostos sensíveis ao oxigênio, como a vitamina A, sejam destruídos pelas reações prejudiciais da oxidação.


Vitamina E e antioxidação

As propriedades antioxidantes da vitamina E também são importantes para as membranas celulares. Por exemplo, a vitamina E protege as células do pulmão que estão em contato constante com o oxigênio e os glóbulos brancos, que ajudam a combater doenças.

Mas os benefícios do papel antioxidante da vitamina E realmente podem ir além. Existem evidências significativas de que a vitamina E oferece proteção contra a doença cardíaca, além de desacelerar a deterioração associada ao envelhecimento. Antigamente, os críticos ridicularizavam essas declarações, mas uma melhor compreensão da importância do papel antioxidante da vitamina E pode estar começando a surtir efeito. Entretanto, como ocorre com o beta-caroteno, o efeito dessa vitamina na prevenção de doença cardíaca pode ser sensível ao tempo e à dose.

A vitamina E também age como um antioxidante nos alimentos. Nos óleos vegetais, ajuda a evitar que eles sejam oxidados e estraguem. Da mesma maneira, impede que a vitamina A dos alimentos oxide. Isso torna a vitamina E um conservante de alimentos muito útil.

Valor terapêutico da vitamina E

Sendo um antioxidante extremamente potente, a vitamina E ajuda a prevenir câncer, doença cardíaca, derrame, catarata e, possivelmente, alguns sinais do envelhecimento.

A vitamina E protege as paredes das artérias e impede que o colesterol LDL "ruim" seja oxidado. A oxidação do colesterol LDL marca o começo das artérias obstruídas. A vitamina E também mantém o sangue sem coágulos evitando o acúmulo de plaquetas. Níveis elevados de vitamina E no corpo diminuem o risco de um infarto ou derrame não-fatal na maioria das pessoas.

Um agente dinâmico de combate ao câncer, a vitamina E protege as células e o DNA contra lesões que possam se tornar cancerosas. Ela diminui o crescimento de tumores, além de melhorar o funcionamento imunológico e evitar que substâncias pré-cancerosas transformem-se em carcinógenos. Estudos com camundongos mostram que a vitamina E aplicada à pele pode ajudar a prevenir o câncer decorrente da exposição à radiação ultravioleta.

As mulheres que sofrem de displasia mamária geralmente sentem alívio com a suplementação de vitamina E. A displasia caracteriza-se por dores nas mamas, às vezes, com nódulos benignos ou inchaço, normalmente essas dores começam alguns dias antes do período menstrual. Pesquisadores não sabem ao certo por que a vitamina E ajuda nesse problema, mas vários estudos indicam que ela realmente o faz.

A vitamina também pode ser benéfica a pessoas com diabetes. Ela melhora a ação da insulina e o metabolismo da glicose no sangue diminuindo o estresse oxidativo.

Esse modesto nutriente mantém o sistema nervoso saudável protegendo as camadas de mielina que cercam os nervos. Ela, aparentemente, também previne a degeneração mental que ocorre com o envelhecimento, incluindo, possivelmente, a doença de Alzheimer.

Os atletas precisam ingerir quantidade adequada de vitamina E. O próprio metabolismo do corpo cria radicais livres durante o exercício aeróbico em excesso. As reservas de vitamina E garantem que esses radicais livres não saiam do controle nem causem problema. A terapia com vitamina E também trata dores da claudicação nos músculos da panturrilha que ocorrem à noite ou durante a prática de exercícios.


Bebês prematuros recebem a vitamina E para diminuir ou impedir que o oxigênio prejudique a retina do olho, como conseqüência da ventilação mecânica.

Estudos existentes feitos com animais sugerem que a vitamina E pode limitar a lesão pulmonar causada pela poluição do ar. Aparentemente, a vitamina E pode diminuir a atividade desses poluentes comuns do ar, como ozônio e dióxido de nitrogênio.

A vitamina E aplicada em cortes pode acelerar a cicatrização, pois minimiza as reações de oxidação no ferimento e o mantém úmido.

Muitas mulheres relatam que a vitamina E ajuda a diminuir as ondas de calor e outros sintomas da menopausa.
Embora a vitamina E possa retardar a oxidação das gorduras que ocorre no envelhecimento, estudos experimentais não provaram que ela aumenta a expectativa de vida dos animais. Nem que controla as marcas do envelhecimento, como pele enrugada ou cabelos grisalhos.

Entretanto, a vitamina pode, de fato, retardar ou prevenir algumas doenças ou a perda do funcionamento relacionado ao envelhecimento. Estudos recentes relataram melhora da memória de curto prazo em idosos que tomam suplemento de vitamina E. Embora a vitamina E não possa fazê-lo viver mais, ela pode ajudá-lo a viver um pouco melhor conforme for envelhecendo.

A vitamina E tem muitos outros usos que a ciência está apenas começando a investigar. Essa vitamina, tão útil, provavelmente continuará sendo notícia de vez em quando.

Agora que conhece os benefícios da vitamina E à saúde, você precisa saber onde pode encontrá-la. Na próxima seção, mostraremos os alimentos que são ricos em vitamina E.


Fonte: comotudofunciona.com

domingo, 8 de janeiro de 2012

Redução de carboidratos substitui remédios contra diabétes

Cortar os carboidratos da dieta está longe de ser uma boa alternativa para o controle de peso. Esse tipo de alimento rende disposição e é necessário para manter o organismo funcionando a todo vapor, principalmente se você faz atividades físicas. Mas o consumo controlado de carboidratos é um boa alternativa se você está acima do peso e precisa controlar um quadro de diabetes tipo 2.

A descoberta recente faz parte de um estudo publicado na revista médica Nutrition and Metabolism, dos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, uma dieta controlada fez com que alguns pacientes reduzissem a dose de medicamentos enquanto outros até dispensaram as drogas, sob supervisão médica.

Os médicos dividiram 84 pacientes, todos com diabetes tipo 2, em dois grupos: o primeiro não tinha restrições calóricas, mas poderia consumir, no máximo, 20 gramas de carboidratos por dia durante 24 semanas. Já o segundo grupo manteve uma dieta composta apenas por alimentos com baixo índice glicêmico durante o mesmo o período.

O baixo consumo de carboidratos trouxe o controle nas taxas de açúcar no sangue, além de perda de peso e aumento nas taxas do chamado bom colesterol sangüíneo. 95% dos pacientes com baixo consumo de carboidratos comemorou a redução no uso de medicamentos contra 62% dos participantes que passaram a seguir a dieta baseada no índice glicêmico.

"Manter uma dieta balanceada é essencial não só para o controle de muitas doenças como na prevenção delas", afirma a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. "Os carboidratos são fundamentais para alimentação saudável, mas devem ser consumidos com cautela e, de preferência, na versão integral. Além de mais nutritivos, eles ajudam a regular o intestino e saciam a fome por mais tempo".



Fonte: Minha vida alimentação e bem estar

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Qualidade na alimentação com a Dieta DETOX

Sou super fã dessa dieta que foi craida pelo médico Uruguaio Dr. Alejandro Junger. Ela reoganiza os hábitos alimentares, limpa o organismo e elimina até 7 kg em 3 semanas (sem remédios), além de retardar o processo de envelhecimento.
O ponto-chave dessa dieta esta na eliminação de determinados alimentos, que segundo o criador, são responsáveis por causar alergias e irritações nos órgãos e atrapalhar o sistema digestivo.

O que é permitido e o que fica fora :

Óleos: De oliva extravirgem, de gergilim, de girassol, de abóbora, de coco, de amêndoas e de noz. Não usar manteiga, margarina, óleos processados e de canola nem molhos prontos para salada e maionese.


Proteínas; Dar preferência aos peixes de águas frias, como salmão e truta, além de carnes brancas e de caça, como cordeiro, pato e frango. Não são permitidas carnes cruas nem vermelhas (entre elas, porco, vacas, vitela), além de embutidos e mariscos.


Vegetais e Legumes: Todos estão liberaods, com excessão de milho, tomate, batata, berinjela e pimentas. Dê preferência aos frescos e coma-os crus, cozidos no vapor, refogados, assados ou em sucos


Condimentos: Não só estão permitidos como é recomendado usar vinagres e ervas. Não usar chocolate, catchup, relish, chutney nem molhos industrializados.


Grãos: Ervilha, lentilha, feijão estão no grupo dos permitidos. Já os derivados da soja (incluindo além do grão em si, omolho shoyu óleo, tofu, leite e iogurte) ficam de fora, até mesmo na hora de temperar.


Laticinios: Leite de vaca e derivados, incluindo queijo cottage, ricota e iorgute, não devem ser consumidos. Para substitui-los, recomenda-se leite nas versões vegetais e de sementes , como arroz, amêndoas ou castanha (encontrados em empórios e casas especializadas em produtos naturais)


Bebidas: Durante todo o dia, esta liberado o consumo de água mineral, chá verde, chá de ervas e água de coco. Não consumir, em hipótese alguma álcool, café, refrigerantes e bebidas gaseificadas em geral.


Açucares: optar por adoçantes naturais: stevia, xarope de arroz ou açucares de coco. Não usar acuçar branco nem mascavo, mel e outros adoçantes artificiais (atenção aos produtos que contêm açucar na formula).


Sementes e oleoginosas: As sementes de gergilim, abóbora e girassol podem e devem ser usadas para incrementar saladas e pratos. As oleoginosas, como nozes, castanhas e avelãs, são uma boa opção para os lanches.Ficam proibidos, porém, amendoim, pistache e macadâmia.


Frutas: Todas estão liberadas, com excessão de laranja, grapefruit, morango, uva, e banana. As na forma desidratada e batidas como sucos também estão liberadas, desde que sem açucar.